
Uma coisa foi colocada no lugar do que se perdeu um dia no infinito inconsciente humano. Essa coisa substituta chama-se amor. Alguns chamam-na de "Deus" e a todo momento o invocam. Deus serve para todos os momentos de insegurança. Não adianta, está lá.
O amor, a coisa que veio substituir, ou Deus, pode até ter outro nome, funciona, sobretudo, como uma ponte que liga o "eu" com aquilo que dantes estava preenchido. Da falta, dessa sequer se desconfiava.
O amor quer preencher, a todo custo. Melhor dizer, com um custo sempre. E como somos 6 bilhões, é claro que nem todos o conseguem.

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