sábado, 22 de maio de 2010

Sábado, dia do silêncio

Em algumas conversas, como espectadora, bem que concordo com Nietzsche, que afirmava ser o mundo um lugar bom de se viver, se as pessoas pudessem ficar mais em silêncio.

Em circunstâncias diversas, nem sempre o silêncio diz o que gostaríamos de ouvir. Porém, se refletimos sobre o que silencia as pessoas, logo deduziremos que Nietzsche sabia. O silêncio no lugar certo fala altíssimo.

Não queria que meu dia de falar fosse silenciado. Aliás, sempre precisamos falar para dizer que calar não era bem do que necessitamos.

Com o tempo aprendemos a ouvir o vento e os suspiros. É assim que se passa o sábado, dia do silêncio de dentro.

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