Muitas coisas quando mudam não lamentamos. Outras, entretanto, podem nos entristecer.
Com alegria por ter tido essa experiência e pela tristeza de, talvez, nunca mais ser do mesmo jeito é que vou publicar as muitas imagens que eu registrei nas duas viagens pela Europa.
Um amigo virtual de muitos anos me acusava de demonstrar alienação quando eu dizia que amava as paisagens europeias. Mas eu conto essa história aos poucos a mim mesma, investigando por dentro as razões de tanta identificação com casas, jardins, prédios, árvores, ruas, canteiros, rios, plantas, clima, jeito de viver, de se ligar à esse continente tão longínquo na memória do meu DNA.
À noite em Paris. Do Rio da Luz à Paris. Normalmente, nenhuma menina nascida numa cidade tão remota, com uma educação tão restrita poderia chegar a fazer essa imagem. Acho-me privilegiada.
quinta-feira, 16 de abril de 2020
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