Eu fico tão bobamente feliz quando você vem...
O dia, a semana, o mês, o ano, a vida fica tão mais interessante quando você está...
Nem preciso de muita coisa sua...
Nem bem sei o que quero de você...
Não sei se é a pseudopresença ou a ideia de que estamos...
Todas as coisas me dizem que nada de importante há porque eu sinto assim...
É sempre solitário esse sentir.
E ainda assim você me enche de alegria...
Passa a irritação das chatices do dia...
A rotina paralisante se vai quando você está.
Seu silêncio eu comemoro de qualquer maneira.
Acho que às vezes prefiro você assim, calado, mudo, ignorando minha alegria.
Eu fico feliz porque meu objeto de felicidade não está fora de mim.
Por isso até me pergunto para que preciso que você venha.
Se com apenas imaginação eu consigo ser tão alegre quanto imaginar que você está.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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