sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

De olho na cruz

Podia ter ocorrido em qualquer parte do mundo onde neva, mas vamos dizer que foi no Canadá.
A historinha pode ter tido outras versões, mas vamos dizer que esta aqui é a oficial.

Conta-se que certa feita foi promovida uma competição entre crianças, sendo o desafio que elas procurassem fazer uma trilha na neve, a mais reta que conseguissem.

Por mais que se esforçassem, percebia-se que era grande a dificuldade que as crianças encontraram em cumprir a tarefa. Apenas uma realizou o desafio. Ao final, perguntaram-lhe como havia conseguido e ela explicou que para se locomover visualizou uma cruz ao longe, no alto de uma igreja.

Fiquei me perguntando, após ouvir essa história, nas inúmeras vezes em que não visualizei nem cruz e nem nada, ao perseguir uma meta.

Enquanto eu pensava em escrever sobre isso, de dentro do carro, paralisado num congestionamento de fim de tarde, olhei para o lado ... e... vi. Vi, no alto de uma montanha, de meu lado esquerdo, uma grande cruz, coincidentemente, como por encomenda.
Será que a cruz me achou primeiro?

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