Um conglomerado de prédios, que não ultrapassam quatro andares, visto de cima, sem estar num avião, nem em um balão, muito menos fotografado por um drone.
Era eu, extasiada, com a câmera do celular ligada, sobre um viaduto, a registrar o lugar. Um parque arborizado ao lado, ruas em linha reta, paralelas, não muitas, exatamente na mesma ordem.
E esse trecho da cidade foi o que me marcou em Praga. Essa regularidade, essa repetição, essa ordem nas edificações, esse padrão na vida de moradores que eu desconheço.



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