Cheio...
De nadas...
De grandes vazios abarrotados ...
Fossos profundos
De água salgada.
Contas de todas as cores
Vida e amores.
De dia, de noite
Quando o segredo se esconde.
Morre um desejo, todos se mostram
Mas nenhum é o eleito.
Tudo passa ao largo
E a vida que pulsa
Amansa a dor
Que parece nunca mais voltar.
domingo, 8 de novembro de 2015
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