
Lá de vez em quando somos cortados ao meio.
Já sabíamos que ia doer.
Outras coisas, alegraram.
Algumas foram difíceis de degustar.
O cheiro, bem, o cheiro dos momentos construímos literalmente muito antes de nos acometer a sensação de que nosso faro nos enganou.
Seguimos... atolados nas ideias centenárias sobre como vemos as pessoas e o que das pessoas está no mundo.
O mundo sem as pessoas seria diferente.
Sempre há pessoas que vivem num mundo criado por elas.
Sempre e nunca pude ter um mundo só para mim.
Sempre, quando escrevo.
Nunca, quando acredito.
Já não importa a coerência ou a concordância.
Não vejo nada reto.
Frio ou quente, seguiu morno.
Só não perco o contato comigo mais.
Só silencio se puder buscar a coragem de calar.
Não quero gritos e nem lamúrias.
O mundo é uma imensidão de sentidos vagos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário