Eu sucumbi e chorei, sem a certeza de ter um sorriso sobressalente guardado para me surpreender.
Admito que novamente ultrapassei meus frágeis limites, e não sei se poderei fazer de conta que não era tão importante o que eu ia acrescentar a minha experiência.
Eu não entendo meu sofrimento, preciso encontrar uma criança para me recordar que um dia fui inocente e livre.
Estou encolhida de tanto povoar meus pensamentos de saudade, fazendo das noites de sono meu refúgio.
Eu não realizei o mísero desejo de subtrair o medo de viver de minha existência, e mal reconheço meus antigos caminhos e, com desesperado esforço, tento recordar as pegadas.
Eu não quero ter medo. E, de repente, a coragem me enganou.
sábado, 8 de janeiro de 2011
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